Conforme as leis municipais de proteção ao meio ambiente, as penas giram em torno de no mínimo R$ 324,00 e no máximo R$ 12.981, conforme o resíduo descartado e os danos causados ao meio ambiente
Conforme a secretária de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (SEMAPA), Viviane Diogo, é de extrema importância que todos os estancienses tenham a consciência de que o descarte irregular pode ser considerado um crime ambiental. “Ter uma cidade limpa é uma tarefa de todos nós”, destacou.
Os novos equipamentos contam com uma estrutura de aproximadamente quatro metros de altura, o que permite uma visualização mais ampla, inclusive das cargas transportadas nos veículos. O sistema inclui ainda giroflex luminoso e ostensivo na parte superior, reforçando o caráter preventivo da ação e alertando motoristas e pedestres sobre a presença de monitoramento.
A tecnologia instalada contempla também a possibilidade de identificação dos materiais transportados e a leitura de placas dos veículos, garantindo rastreabilidade e apoio em eventuais investigações. O investimento total na aquisição e instalação foi de R$ 12.918,00. “Queremos inibir práticas ilegais, proteger o meio ambiente e promover o uso adequado do Ecoponto e dos nossos espaços públicos, contribuindo para uma cidade mais organizada e sustentável”, reforça a secretária.
Identificação e autuações
Desde a sua instalação, as câmeras já realizaram dois flagrantes de descarte irregular, com identificação dos autores. “A identificação dos veículos é encaminhada ao setor de fiscalização que executa as medidas legais”, informa Everton Morschel, do Grupamento Especial Ambiental. “Conforme as leis municipais de proteção ao meio ambiente, as penas giram em torno de no mínimo R$ 324,00 e no máximo R$ 12.981, conforme o resíduo descartado e os danos causados ao meio ambiente”, explica Cláudia Peixoto, fiscal de Meio Ambiente da SEMAPA.
Data de publicação: 05/05/2026
Créditos: Robson Nunes/Decom-EV
Créditos das Fotos: Robson Nunes/Decom-EV